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DEDICATÓRIAS DO AUTOR


Ao dinâmico Prefeito Jorge Assis de Oliveira, Mecenas e amigo dos poetas.

Ao presidente do Conselho Municipal de Cultura e da Academia Bonjesuense de Letras, laureado poeta Dr. Ayrton Borges Serôdio, a quem muito admiro e cuja amizade muito me honra.

Aos meus irmãos Túlia, Aramis, Tarcema e Elbel. À memória de Nilogil e June.

À memória de Cecy, minha primeira esposa, cujas virtudes foram idênticas as de Cornélia, a mãe dos Gracos. À saudosa e grata memória de meus pais, Elpídio e Isabel.

À Maria das Graças, minha segunda esposa, que vem dando ao meu outono toda a exuberante primavera de sua mocidade e do seu amor.

Aos meus filhos de ambos os matrimônios: Marilene, Maria Izabel, Neumar, Adriano César, Elisângela e Bruno Rogério.

Aos meus netos Helinho, Ceci Maria, Henrique, Lenise, Bárbara, Paulo de Tarso e Diogo.

Aos meus genros, sobrinhos e demais parentes.

Aos Poetas de todas as Escolas.

Aos meus irmãos maçons de todos os Orientes.


HOMENAGENS ESPECIAIS


Aos poetas e amigos dos poetas de todo o Brasil. Destacar qualquer um deles seria praticar injustiça contra os demais.

À Academia Bonjesuense de Letras e demias entidades culturais a que pertenço.

Aos meus irmãos Maçons de todos os Orientes.

Ao Conselho Municipal de Cultura de Bom Jesus do Itabapoana, RJ.


PALAVRAS DO POETA A SEUS LEITORES


“Como poeta convencional, isto é, filiado à velha escola, mantenho-me fiel à métrica e à rima, sem menosprezar, no entanto, o trabalho dos bons poetas de outras escolas. Acho que tudo é válido em matéria de poesia, quando o poeta tem uma mensagem para transmitir ou uma emoção para comunicar. Este é o meu ponto de vista sincero.

Tentei fazer o melhor que pude. Não sei se os sonetos constantes desta coletânea vão agradar ou não ao público, hoje bastante reduzido, que ainda gosta de ler poesias. Por insignificante que venha a ser o número de leitores dos meus versos, eu me sentirei compensado se, de algum modo, puderem consolar corações aflitos, ou fazer que nasçam novas esperanças no coração dos sonhadores. “

Athos Fernandes Monteiro

Bom Jesus, 22 de agosto de 1977